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Preservar a natureza é sinônimo de inteligência.
        Conserve o que demais nobre ou mais simples, possa existir em  nossa ecologia. 
        O equilíbrio e o bem estar de nosso planeta depende muito de nossa ajuda. Pense nisso!
                         Mensagem da Apiterapia Apiscure ( trabalhando sempre em beneficio da saúde, ano 2005).

Corrimento vaginal
 

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Não existe uma pesquisa formal a respeito, mas os ginecologistas com experiência clínica calculam que mais da metade das suas consultas, atualmente, envolvem queixas sobre corrimento vaginal. E metade dos casos são autoprovocados, por produtos ou outros agentes irritantes com os quais as mulheres entram em contato, acrescenta Iara Linhares, do serviço de ginecologia do Hospital das Clínicas de São Paulo e pesquisadora da Universidade de Cornell, em Nova York, nos Estados Unidos. Especializada em vaginose, a ginecologista afirma que os preservativos costumam estar na origem de grande parte dos casos de corrimentos crônicos. O látex das camisinhas pode provocar uma reação alérgica na vagina e desequilibrar o seu pH. O uso de produtos de higiene íntima (duchas vaginais) são outro agente irritante importante. As duchas vaginais destroem a flora benéfica de lactobacilos de Doderlein, que protegem a vagina de bactérias invasivas.

O uso de cremes vaginais sem acompanhamento médico é o outro fator potencial de corrimentos recorrentes. A maioria dos produtos usa o propileno glicol como "veículo" para incorporar o medicamento e muitas mulheres                 desenvolvem alergia a  observar a medidor químico para isso, o teste Caugranulin B, que o médico deve usar para confirmar a alergia e corrigir o tratamento. "Mas é muito comum ver mulheres utilizando o mesmo creme que seu ginecologista receitou da última vez", diz a médica. "E aí se instala um círculo vicioso."
No tratamento com produtos Apiscure ja não ocorre este tipo de problema, pois o "veículo" que    incorpora os principio ativos são totalmente  naturais.

Infecção bacteriana do canal urinário causada, na maioria das vezes, pela bactéria E. coli. A mulher está muito mais sujeita a esse tipo de infecção do que o homem por ter a uretra mais curta. A uretra é o canal que leva a urina da bexiga para fora do corpo. Estima-se que metade das mulheres desenvolve infecção urinária ao menos uma vez na vida. A infecção atinge a bexiga, geralmente, dando origem a cistite. Se não tratada rapidamente pode também pode afetar os rins. O tratamento com o Apiscure elimina a bactéria acaba com a irritação causada
por ela, devolvendo a normalidade desses órgãos.
 

CAUSAS MAIS COMUNS DE INFECÇÕES.A relações sexuais são a causa mais comum. A atividade sexual intensa aumenta a chance de uma mulher contrair infecção do trato urinário, bem como o uso de diafragma e a gravidez. Outros fatores de risco são: infecções anteriores, idade avançada, menopausa, pedra nos rins, diabetes, complicações imunológicas e tendência genética. Nesses casos o especialista Tharsis sempre recomenda aos usuários do APISCURE o uso trimestral, para manter ativo o sistema imunológico mantendo assim o equilíbrio desses órgãos  e sem esses desagradável sintomas  de aparições freqüentes  em algumas pessoas.                                                                                         Obs:       Quando a bactéria se instala na uretra aumenta a sensação de vontade de urinar, seguida de ardência e dor no canal urinário. Os sintomas podem incluir febre, urina leitosa e com odor acentuado. Sangue misturado à urina também é comum de acontecer. Quando as bactérias infectam os rins, os sintomas podem incluir febre fica alta, dores nas costas, do lado do rim infectado, náusea e vômito. Informe sempre os sintomas que acompanha essa patologia, por  e-mail  ou  via fone.                                                                                                              

 

 

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